E o amor juvenil? Ah! O amor juvenil, esse adolescente rebelde que acha que pode tudo e não tem medo de nada. Amor febril, guiado exclusivamente pela paixão, sempre navegando em águas bravias. É o maior companheiro do drama e da tragédia, porque seu principal alimento são as emoções fortes.
Tem a idade do amor maduro, esse amor já calejado pela experiência de amores de várias idades. Embora um amor nunca, mas nunca mesmo seja igual a outro, por ter vivido vários amores, o amor maduro vive menos da expectativa e mais do aprendizado que o outro, com suas características únicas, propicia nessa relação influenciada pela busca do crescimento, do equilíbrio, da harmonia.
Mas o amor tem também o seu ocaso, a idade das trevas, onde não se vê esperança. O ocaso pode surgir de uma hora para outra ou, pior, surgir e crescer lentamente, sem que se perceba e, quando ele se instala, conduz o amor para uma espécie de vazio, um silêncio desconfortável, porque as palavras e os sentimentos se vêem, de repente, aprisionados dentro do peito.
Não importa a idade do seu amor.
O que importa é saber em que idade se está, para tomar consciência da distância entre o amor que você deseja e o amor que você tem.
Fabio querido – o artitgo está bom – e me fez lembrar dos tempos do pathwork… adorei!!!! a propósito – vc ja enviou nosso endereço para Lurdes?
San, não enviei não o link para a Lurdes. Faz tempo que não me comunico com ela, mas fique à vontade para divulgar o blog. Bjs.