Qual é a melhor relação para se estabelecer com os filhos dela?

sábado, 26 janeiro 2008, 15:35 | | Nenhum comentário
Postado por Fábio Betti 

Honestamente, não sei escrever sobre o que não conheço ou não vivi. Escrever, por exemplo, sobre o tipo de relação que se deve estabelecer com uma mulher que possua filhos, é algo que não conheço nem nunca vivi. No entanto, tenho meu ponto de vista sobre esta questão, na medida em que tenho dois filhos e, com um pouco de imaginação, posso dissertar sobre o que eu esperaria de alguém que resolvesse se relacionar comigo, na hipótese de eu me transformar num pai solteiro. E como espero que ajam comigo como eu também agiria, minha tese é bastante simples: não importa a relação que se estabelece com os filhos de um parceiro ou parceira – ela pode, sim, caminhar para uma relação de paternidade ou maternidade, caso os filhos venham a dividir a casa com você, ou até, de repente, de “irmãozinho”, caso a diferença de idade entre você e os filhos dela não seja assim tão grande. Diria até que pode ser uma relação de indiferença, distante, afinal, você “herdou” esse passivo, não o escolheu e não tem a obrigação de amá-lo como se fosse seu. Mas o que importa mesmo é o tipo de relação que você não pode estabelecer, de jeito nenhum.

Você não pode, sob hipótese alguma, se transformar em inimigo dos filhos dela. Porque se ela precisar escolher entre você e eles, não há como ela escolher você. Você não foi “produzido” – literalmente falando – por ela, nem irá propagar seus genes, cumprindo com a principal missão que a natureza nos deu. Você pode ser substituído. Eles não. Você passa. Eles se perpetuam. Por isso, se estiver mesmo a fim da mulher e sentir que sua relação com os filhos dela caminha para um final trágico, descubra logo o que precisa fazer para conquistá-los, pelo menos, como aliados. Porque, quer você queira ou não, nessa prova, você sempre será a alternativa “B”. A não ser, claro, que ela seja uma mãe desapegada e aí…bem, você ficaria com alguém que abrisse mão de seus filhos, mesmo que fosse por um grande amor? Honestamente, eu ficaria com a pulga atrás da orelha…

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