A ciência já demonstrou que o sentimento conhecido como paixão é finito. Mais do que isso, costuma durar, no máximo, de um a dois anos. E depois disso, o que acontece? Na minha opinião, há duas hipóteses para que um relacionamento sobreviva após o período da paixão. A primeira delas é o comodismo – os seres humanos são, historicamente, uma espécie acostumada com o convívio social, ou seja, instintivamente, procuramos nos manter associados a alguém. Isso explicaria porque alguns casais permanecem juntos mesmo quando não há qualquer sentimento mais forte que os uma. Eles se mantém conectados porque um relacionamento lhes dá uma sensação de segurança e proteção.
A segunda hipótese já está menos associada a fatores biológicos. Trata-se de um outro sentimento que muitas pessoas confundem com a paixão, mas é completamente diferente desta. Estamos falando do amor, que, ao contrário da paixão, não se tempera com o risco nem vive à base de adrenalina. O amor tem a ver com amizade, companheirismo e, principalmente, visão de futuro compartilhada. Diferentemente de outras espécies de animais, os seres humanos precisam de sonhos para viver, e se encontram em outro ser humano o apoio e o estímulo para a realização de seus sonhos, cultivam uma vontade muito forte de permanecer ao lado dessa pessoa. Por isso, o sonhar junto é tão importante para um casal. O casal que não tem planos comuns está fadado a se escravizar pelo comodismo ou acaba, invariavelmente, se separando. Afinal, por que ficar com alguém com quem não nos enxergamos no mundo que sonhamos para nós no futuro?
E talvez isso explique também porque algumas pessoas se recusem a aceitar o fim de um relacionamento. Elas não acreditam mais em si mesmas e se sentem dependentes do outro para a realização de seus sonhos. Sem o outro, portanto, a vida se torna insustentável.
O amor tem esse outro lado, uma espécie de lado B. Ama-se tanto o outro que se anula o amor por si mesmo. Essa distorção do amor também pode causar o fim de um relacionamento, pois imputa ao outro a responsabilidade por nossa própria felicidade. E, em um relacionamento, ninguém gosta de se sentir pressionado a esse nível. Já não damos conta de satisfazer nossas próprias necessidades, que dirá as de um outro tão diferente da gente!
Por isso, não nos deveríamos perguntar por que os casais se separam, mas por que eles permanecem juntos. Por que eles ficam juntos se não existe mais paixão? Por que eles ficam juntos depois que os filhos crescem e não precisam mais de um caçador e de uma cuidadora para que consigam sobreviver nesse mundo hostil?
Subtraídas as hipóteses apresentadas anteriormente, sou obrigado a introduzir uma terceira: a de que precisamos de parceiros para a concretização de nosso projeto de vida na Terra. Se não houvesse a necessidade de nos associarmos a outra pessoa, já nasceríamos hermafroditas, com doses equilibradas de hormônios e energias masculina e feminina na medida certa para criar e procriar, conquistar e cuidar.
Sozinhos, somos incompletos. Juntos, podemos trabalhar em equipe, com cada um contribuindo com um talento diferente e complementar. Por mais difícil que seja a convivência com um outro assim tão diferente, essa é a nossa natureza – é preciso, portanto, aceitá-la e reconhecer que as diferenças não deveriam ser razão para separação; pelo contrário, são o motivo central para estarmos com alguém, pois sem o que não temos, somos apenas uma metade, um braço sozinho, uma perna sozinha, uma alma sozinha vagando solitária pelos mistérios do universo.
Acredito que os casais separam porque são ignorantes de muitas coisas desde a escolha do(a) parceiro(a) até o esquecimento que também somos espíritos. Dos aspectos astrológicos até mesmo como foi o relacionamento dos pais, se os costumes familiares são observados, se o carinho, a amizade e o diálogo são prazeirosos e a companhia agradável, se o sexo é feito com disposição tudo isto ajuda a manter relacionamnetos. Entretanto, os casais separam porque não existe projeto comum, não existe compromisso, porque existe algum interesse não genuíno. Porque existe competição. Porque não existe Amor.
Os casais se separam porque não fazem mais sexo. Sexo é a chave de tudo, sem ele não existe casamento que dê certo. “Trepá e bão memo, homi”.
As pessoas se separam da pessoa errada poque não escolheram a pessoa certa. O segredo está em fazer a escolha correta. Isto exige calma e experiência. O problema é que vivemos um momento de extrema ansiedade, de imediatismo, de consumismo imediato. Um casamento não é para se consumir imediatamente. Um casamento é para se consumar eternamente.
aos meus 4 anos meu pai e minha mae se separarm eu superei e aos meus 7 anos minha mae se casou com outro homem mt legal ele adoro ele e hj aos meus 9 anos eles vao se separar agr estou sofrendo mt msm
Os casais se separam porque a mulher quer muitas coisa de um homem só e o homem quer uma coisa só de muitas mulheres.
Muito bom!
Nos dias atuais creio que o desejo de possuir bens está acima de tudo e a mulher despertou para a vida ainda mais atraves de redes sociais. Acabou amor. Vale para os dois. Fui traido por viver demais para minha familia.